“O 1º de maio é o Dia do Trabalhador e festa de São José Operário. O
Dia do Trabalhador tem uma história triste, pois está ligado ao massacre dos operários
de Chicago. Diante da situação desumana a que eram submetidos, os trabalhadores,
em número de uns 340 mil, se revoltaram, cruzaram os braços e exigiram mudanças
radicais. Durante o confronto, seis deles foram assassinados e cinquenta
ficaram gravemente feridos.
São José, esposo de Maria, era carpinteiro.
Ao propô-lo como modelo e protetor dos operários, a Igreja quer que todos
reconheçam a dignidade do trabalho e que o trabalhador seja respeitado enquanto
pessoa humana e colaborador de Deus na obra da criação: Por Cristo, único
Mediador hoje, participa a humanidade da vida trinitária. Cristo hoje,
sobretudo por sua atividade pascal, nos leva a participar do mistério de Deus. Por
sua solidariedade conosco, nos torna capazes de vivificar pelo amor nossa
atividade e transformar o nosso trabalho e nossa história em gesto litúrgico,
isto é, de sermos protagonistas com ele da construção da convivência e das
dinâmicas humanas que refletem o mistério de Deus e constituem sua glória que
vive (DP213)”.
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